Suplementação, fertilidade e baixa libido: nutrientes essenciais

Como melhorar a libido feminina: nutrientes essenciais, fertilidade e suplementação 

A queda de desejo não aparece do nada, mas na maioria das vezes, ela vem junto com rotina puxada, estresse, cansaço e até mudanças hormonais que passam despercebidas no dia a dia.

 E quando isso acontece, é comum surgir a dúvida sobre como melhorar a libido feminina de forma natural, sem depender apenas de soluções imediatas?

A verdade é que a libido está diretamente ligada ao equilíbrio do corpo como um todo. Energia, bem-estar emocional, saúde hormonal e até a qualidade da alimentação influenciam muito mais do que parece. Por isso, olhar apenas para um fator isolado dificilmente resolve o problema de forma duradoura.

Neste artigo, você vai ver quais fatores podem influenciar a baixa libido, como esse tema se relaciona com a fertilidade e quais nutrientes são importantes para o bem-estar feminino. Também vamos falar sobre suplementos que podem contribuir para mais disposição, equilíbrio hormonal e uma rotina mais saudável. 

O que é libido feminina e por que ela pode diminuir?

Entenda o que influencia o desejo sexual feminino

A libido feminina vai muito além do desejo sexual em si. Ela envolve fatores hormonais, emocionais, metabólicos e até nutricionais. Energia, autoestima, qualidade do sono, níveis de estresse, saúde intestinal e bem-estar geral influenciam diretamente o desejo sexual feminino.

Por isso, quando algo no organismo está em desequilíbrio, é comum que a libido diminua de forma natural.

Estudos mostram que a baixa libido feminina pode estar relacionada não apenas a alterações hormonais, mas também a fatores como fadiga crônica, estresse elevado, ansiedade, inflamação, resistência à insulina e deficiências nutricionais importantes.

A relação entre hormônios e libido

Os hormônios têm um papel central nesse processo, pois quando estão em equilíbrio, o corpo tende a responder melhor, inclusive em relação ao desejo sexual. Já quando há alterações hormonais, a libido pode ser uma das primeiras áreas afetadas.

Estrogênio, testosterona e equilíbrio hormonal

O estrogênio está ligado à saúde íntima e ao conforto, enquanto a testosterona, mesmo em menor quantidade nas mulheres, tem relação direta com o desejo.

Além disso, hormônios como cortisol, insulina e hormônios tireoidianos também influenciam diretamente a energia e o funcionamento do organismo, podendo afetar a libido quando estão desregulados.

Deficiências nutricionais e baixa libido

Muitas mulheres apresentam sintomas como cansaço excessivo, queda de cabelo, alterações de humor, dificuldade de concentração e redução da libido sem perceber que isso pode estar relacionado a carências nutricionais.

Ferro e ferritina baixa

A deficiência de ferro é uma das mais comuns em mulheres, principalmente devido ao ciclo menstrual. Quando os estoques de ferro estão baixos, ocorre redução do transporte de oxigênio no organismo, favorecendo fadiga, indisposição física e mental e diminuição do desejo sexual.

Além disso, baixos níveis de ferritina podem impactar diretamente a produção de energia celular e a função hormonal.

Vitamina B12

A vitamina B12 participa da produção de energia, saúde neurológica e síntese de neurotransmissores relacionados ao humor e disposição.

Níveis inadequados de B12 podem causar fadiga, desânimo, dificuldade de concentração e alterações emocionais, fatores que frequentemente impactam a libido.

Vitamina D

A vitamina D possui relação importante com imunidade, saúde hormonal, humor e função ovariana.

Estudos sugerem que níveis baixos de vitamina D podem estar associados a alterações hormonais, piora do humor, maior fadiga e redução da função sexual feminina.

Além disso, a vitamina D também parece influenciar receptores hormonais importantes para o equilíbrio reprodutivo e bem-estar geral.

Principais causas da baixa libido feminina

Estresse, ansiedade e rotina acelerada

O estresse crônico eleva os níveis de cortisol, hormônio que, quando constantemente aumentado, pode reduzir a produção hormonal ligada ao desejo sexual. Uma rotina intensa, excesso de responsabilidades e sobrecarga emocional fazem o corpo priorizar sobrevivência e recuperação, diminuindo naturalmente a libido.

Desequilíbrios hormonais

Alterações hormonais podem ocorrer em diferentes fases da vida, como TPM, pós-parto, climatério, menopausa ou em condições como SOP e disfunções tireoidianas. Essas alterações influenciam diretamente o desejo sexual, energia e bem-estar.

Uso de anticoncepcionais

Em algumas mulheres, anticoncepcionais hormonais podem reduzir a testosterona livre circulante, impactando libido, lubrificação e disposição sexual. Quando essa mudança é percebida, é importante conversar com um profissional para avaliação individualizada.

Cansaço físico e mental

O excesso de tarefas, noites mal dormidas e a sobrecarga emocional podem reduzir a disposição e afetar a libido. Quando o corpo está no limite, ele tende a priorizar descanso e recuperação! 

Questões emocionais e relacionamento

A forma como a mulher se sente consigo mesma e com o parceiro também influencia muito. A falta de conexão, insegurança ou problemas emocionais podem reduzir o desejo.

Qual a relação entre libido e fertilidade?

Libido e fertilidade estão diretamente conectadas pela saúde hormonal, visto que, quando os hormônios estão equilibrados, o corpo tende a funcionar melhor como um todo, favorecendo tanto o desejo quanto o ciclo reprodutivo.

Durante o período fértil, é comum ocorrer aumento natural da libido devido à elevação hormonal, especialmente do estrogênio e testosterona. Já em outras fases do ciclo, principalmente no período pré-menstrual, o desejo pode diminuir temporariamente, o que é fisiologicamente normal. 

Como melhorar a libido feminina naturalmente

Uma alimentação rica em proteínas, gorduras boas, vitaminas e minerais auxilia na produção hormonal, melhora energia celular e reduz inflamação, fatores essenciais para saúde hormonal e libido. Nutrientes como ferro, zinco, magnésio, vitamina D, ômega-3 e vitaminas do complexo B possuem papel importante nesse processo.

A saúde intestinal também influencia diretamente os hormônios e neurotransmissores. Disbiose intestinal, inflamação e má absorção podem contribuir para deficiências nutricionais, alterações hormonais e piora do bem-estar geral. Além disso, parte da metabolização hormonal acontece no intestino, reforçando sua importância para o equilíbrio feminino.

Na rotina é importante priorizar: Exercícios físicos, pois  ajudam na circulação sanguínea, sensibilidade à insulina, produção de endorfinas e melhora hormonal, favorecendo disposição e libido.  Sono, também é fundamental para equilíbrio hormonal e recuperação do organismo. A privação de sono aumenta cortisol, piora fadiga e reduz produção hormonal relacionada ao desejo sexual.  Reduzir o estresse e cuidar da saúde emocional é um dos passos mais importantes para recuperar o equilíbrio do corpo, por essa razão, você deve se priorizar e desacelerar quando necessário.

Nutrientes essenciais para libido e fertilidade

Vitaminas do complexo B e energia hormonal

As vitaminas do complexo B ajudam na produção de energia e no funcionamento do sistema hormonal. A Way Suplementos oferece uma ampla variedade de opções dessa vitamina, uma excelente opção é o B Complex – Essential Nutrition 

Zinco: papel na regulação hormonal

O zinco é importante para a produção hormonal e pode influenciar diretamente a libido.

O Bio Zinco da Puravida é uma ótima alternativa, assim como diversas outras encontradas no site da Way, ela garante pureza e qualidade com uma fórmula premium, sendo a escolha ideal para quem busca bem-estar completo.

Magnésio: redução do estresse e equilíbrio

O magnésio auxilia no relaxamento do corpo e no controle do estresse, fatores que impactam o desejo.

Para contar com essa suplementação recorra a uma das várias opções disponíveis na Way Suplemento, o Magnésio Inositol Relax da Equaliv, por exemplo, vai te garantir equilíbrio emocional, relaxamento natural e qualidade do sono, devido a sua formulação com importantes componentes para o sistema nervoso.

Suplementação para melhorar a libido feminina: funciona?

Quando considerar o uso de suplementos

A suplementação pode ser uma opção quando a alimentação não é suficiente para suprir as necessidades do corpo, funcionando como um forte aliado, porém não como fator principal.

Benefícios da suplementação alinhada ao estilo de vida

Quando combinados com hábitos saudáveis, os suplementos podem ajudar ainda mais a melhorar energia e o equilíbrio hormonal, por isso é fundamental ressaltar a importância das atividades físicas e boa alimentação.

Como usar suplementos com segurança

Dosagem correta e orientação profissional

Seguir a dosagem recomendada é essencial para evitar excessos e não alavancar problemas. 

Mesmo naturais, os suplementos podem causar efeitos se usados de forma inadequada, por isso é necessário considerar as necessidades de cada corpo e, sempre que possível, contar com orientação profissional, para evitar os possíveis efeitos colaterais.

Possíveis efeitos colaterais

Alguns suplementos podem causar desconfortos, alterações digestivas ou outras reações quando usados de forma inadequada.

Por isso, observar como o corpo responde também faz parte do cuidado.

Interações com medicamentos e anticoncepcionais

Certos suplementos podem interferir no efeito de medicamentos ou anticoncepcionais. 

Quem já faz uso contínuo de algum produto deve buscar orientação antes de iniciar a suplementação. 

Quando a baixa libido merece atenção médica

Sinais de alerta

Quando a baixa libido persiste por muito tempo, surge de forma repentina ou vem acompanhada de sintomas como cansaço intenso, alterações no ciclo menstrual, dor, queda de humor ou desconforto, é importante investigar. 

Exames hormonais recomendados

Exames laboratoriais podem ajudar a identificar alterações hormonais, deficiências nutricionais ou outros fatores que estejam impactando o desejo sexual e o bem-estar. 

Avaliação individualizada

Cada mulher tem uma rotina, um histórico e necessidades diferentes, e por essa razão, o acompanhamento profissional ajuda a entender a causa da baixa libido e definir o melhor caminho com mais segurança. 

Dicas práticas para melhorar a libido no dia a dia

Pequenas mudanças que fazem diferença

Ajustes simples na rotina, deixando-a mais leve, já ajudam a melhorar energia e bem-estar, ter mais tempo de solo, evitar telas, se movimentar e se alimentar melhor são todos fatos que colaboram para o progresso.

Reconectar corpo e mente

Cuidar da saúde emocional é tão importante quanto a física, tirar um tempo para você faz toda a diferença e irá trazer impactos positivos até mesmo para as questões hormonais.

Construção de uma rotina saudável

Criar hábitos consistentes ajuda a manter o equilíbrio ao longo do tempo, além disso é necessário entender o próprio corpo e conseguir constância nos hábitos saudáveis.

Conclusão: libido feminina é equilíbrio, não solução rápida

Integração entre corpo, mente e suplementação

Melhorar a libido feminina não depende de uma única ação, mas sim do conjunto de hábitos, equilíbrio emocional e, quando necessário, suplementação, que faz a diferença ao longo do tempo.

Para te ajudar a melhorar sua qualidade de vida, a Way Suplementos disponibiliza, em um só lugar, as melhores opções, para você contar com suplementação de forma saudável e eficaz.

Ellen Kwamme – Nutricionista
CRN 24103612

Cúrcuma: benefícios e contraindicações

Cúrcuma: inflamação e contraindicação

Se você treina, busca melhorar a recuperação muscular ou simplesmente quer cuidar melhor da saúde, provavelmente já ouviu falar da cúrcuma. Esse ingrediente, que saiu da cozinha para ganhar espaço na suplementação, vem sendo associado a efeitos importantes no controle da inflamação. Mas, junto com a popularidade, surgem dúvidas importantes, como se a cúrcuma realmente funciona, se todo mundo pode consumir e até se existe algum risco no uso frequente ou em forma de suplemento?

A verdade é que, apesar dos benefícios conhecidos, o uso da cúrcuma precisa ser feito com consciência, pois nem sempre natural significa livre de contraindicações, e entender como ela age no organismo faz toda a diferença para aproveitar seus efeitos de forma segura. Entenda nesse artigo, como a cúrcuma atua na inflamação, quais são seus principais benefícios, os possíveis efeitos colaterais e quem deve evitar o consumo. 

O que é cúrcuma e por que ela ganhou destaque na saúde

A cúrcuma (Curcuma longa) é uma raiz originária do sudeste asiático, amplamente utilizada há milhares de anos tanto na culinária quanto medicina ayurvédica e chinesa. Historicamente, seu uso sempre esteve relacionado ao tratamento de inflamações, desconfortos digestivos e fortalecimento do organismo 

Com o avanço da ciência e da nutrição esportiva, esse ingrediente passou a ganhar ainda mais relevância no contexto moderno, principalmente entre pessoas que buscam alternativas mais naturais para melhorar a saúde e o desempenho físico.

O papel da curcumina no organismo

O grande responsável pelos efeitos da cúrcuma é a curcumina, um composto bioativo com forte ação antioxidante, anti-inflamatória  e moduladora de diferentes vias inflamatórias do organismo, incluindo citocinas pró-inflamatórias e fatores relacionados ao estresse oxidativo. Estudos mostram que ela pode atuar reduzindo mediadores inflamatórios como: NF-kB, TNF-alfa, IL-6, COX-2. Esses mecanismos ajudam a explicar seu potencial efeito sobre dores musculares, inflamação crônica e recuperação física.

Diferença entre cúrcuma natural e suplementos

A cúrcuma pode ser consumida na forma natural, como temperos, shots e bebidas ou em suplementos concentrados.  A principal diferença está na concentração de curcumina, enquanto a raiz possui uma quantidade menor do composto entre 2 a 5%, os suplementos são formulados para oferecer doses mais elevadas até 95%. 

Como a cúrcuma age na inflamação do corpo

O que é inflamação e por que ela impacta sua saúde

A inflamação é uma resposta natural do organismo frente a lesões, estresse, infecções ou excesso de estímulos inflamatórios. Em curto prazo, ela é importante para recuperação e defesa do corpo. Porém, quando se torna crônica, pode contribuir para: dores musculares, fadiga, pior recuperação física, doenças metabólicas, doenças cardiovasculares.

Ação anti-inflamatória da curcumina

A curcumina atua modulando vias inflamatórias e reduzindo o estresse oxidativo celular. Meta-análises demonstram que a suplementação com curcumina pode auxiliar na redução de marcadores inflamatórios sistêmicos, especialmente em indivíduos com inflamação crônica ou condições metabólicas. Além disso, estudos sugerem benefícios sobre: dor muscular tardia, recuperação pós-treino, dores articulares, mobilidade

Como a cúrcuma ajuda na recuperação muscular

Após exercícios intensos, ocorre um processo inflamatório fisiológico decorrente das microlesões musculares. Nesse contexto, a curcumina pode auxiliar: na redução do dano oxidativo, no controle da inflamação excessiva, na melhora da recuperação muscular. Algumas pesquisas mostram redução da dor muscular tardia (DOMS) em praticantes de atividade física após suplementação com curcumina.

Como consumir cúrcuma da forma correta

A cúrcuma pode ser incluída na alimentação diária em receitas ou consumida em cápsulas.  Um ponto importante é a absorção, visto que a curcumina possui baixa biodisponibilidade, mas quando combinada com piperina, composto encontrado na pimenta preta, sua absorção é significativamente aumentada. Não existe um único horário ideal, mas muitas pessoas preferem consumir junto às refeições para melhorar a absorção e evitar desconfortos.

Contraindicações da cúrcuma: quem deve evitar

Durante a gravidez e a amamentação, o consumo de cúrcuma deve ser feito com cautela, principalmente em forma de suplemento.  De modo geral o consumo para temperar alimentos é seguro, porém, como nessa fase o organismo passa por muitas mudanças, o ideal é evitar o uso sem orientação profissional, especialmente em doses mais concentradas. Outro ponto de atenção é a interação com medicamentos, a curcumina pode apresentar efeito antiplaquetário leve, aumentando potencialmente o risco de sangramentos quando associada a anticoagulantes e antiagregantes plaquetários. 

Uso de cúrcuma em suplementos

Para quem busca praticidade e uma dose mais precisa de curcumina, os suplementos de cúrcuma são alternativas interessantes. Diferente do uso na alimentação, onde a concentração do ativo é menor, as versões em cápsulas são desenvolvidas para oferecer uma quantidade padronizada, facilitando o consumo no dia a dia.

No site da Way você pode encontrar ótimas opções, como Curcuma – Pura Vida,  Cúrcuma – True Source.

Conclusão: equilíbrio entre benefícios e cuidados

A cúrcuma pode ser uma grande aliada dentro de uma rotina saudável, principalmente quando o foco está na redução da inflamação e na melhora da recuperação. No entanto, como qualquer suplemento, seu uso deve ser feito com equilíbrio e consciência.

Para quem deseja incluir esse ativo de forma mais prática, existem diversas opções de suplementação disponíveis no site da Way Suplementos, com diferentes fórmulas e propostas que podem se adaptar à sua rotina e objetivos.

O mais importante é entender que os resultados vêm de um conjunto com alimentação equilibrada, treino consistente e escolhas inteligentes no dia a dia.

Referências científicas

  • Hewlings SJ, Kalman DS. Curcumin: A Review of Its Effects on Human Health. Foods. 2017.
  • Daily JW et al. Efficacy of Turmeric Extracts and Curcumin for Alleviating Symptoms of Joint Arthritis. Journal of Medicinal Food. 2016.
  • McFarlin BK et al. Reduced inflammatory and muscle damage biomarkers following oral supplementation with bioavailable curcumin. BBA Clinical. 2016.
  • Jäger R et al. International Society of Sports Nutrition Position Stand: Nutritional considerations for recovery from exercise. Journal of the International Society of Sports Nutrition. 2017.
  • Gupta SC et al. Multitargeting by curcumin as revealed by molecular interaction studies. Natural Product Reports. 2011.
  • DiSilvestro RA et al. Diverse effects of a low dose supplement of lipidated curcumin in healthy middle-aged people. Nutrition Journal. 2012.
  • Nelson KM et al. The Essential Medicinal Chemistry of Curcumin. Journal of Medicinal Chemistry. 2017.

Ellen Kwamme – Nutricionista
CRN 24103612

Performance Masculina e testosterona

Testosterona e Performance Masculina: como aumentar seus níveis e melhorar seus resultados 

Se você treina, cuida da alimentação e ainda sente que seus resultados não evoluem como deveriam, a resposta pode estar na sua testosterona. 

Esse hormônio é um dos principais responsáveis ​​pela performance masculina, influenciando diretamente força, ganho de massa muscular, disposição e até sua motivação no dia a dia. Quando os níveis estão equilibrados, o corpo responde melhor aos estímulos do treino e quando são baixos, tudo parece mais difícil.

O problema é que muitos homens ignoram sinais importantes e acabam sabotando seus próprios resultados sem perceber, alguns desses sintomas são: sono irregular, estresse, alimentação moderada e até erros no treino, tudo isso pode afetar diretamente a produção hormonal.

Neste artigo, você vai entender como a testosterona impacta seu desempenho, quais são os sinais de alerta e, principalmente, o que fazer para melhorar seus níveis de forma natural e eficiente.

A proposta deste artigo é transformar informação em resultado prático, com estratégias que fazem sentido para quem vive a rotina da academia e busca evolução real.

O que é testosterona e por que ela impacta seu desempenho

A testosterona é o principal hormônio anabólico masculino e possui papel fundamental no desempenho físico, composição corporal, recuperação muscular e níveis de energia. Ela atua diretamente na síntese proteica, na manutenção da massa muscular, densidade óssea, produção de glóbulos vermelhos e função metabólica. Além da estética, níveis adequados de testosterona estão associados à melhora da força, disposição física e qualidade de vida. Estudos demonstram que alterações nos níveis hormonais podem impactar significativamente o rendimento esportivo, recuperação muscular e capacidade adaptativa ao treinamento.

Relação com força, energia e ganho de massa muscular

A testosterona tem papel central na síntese de proteínas, processo essencial para o crescimento muscular, quanto mais eficiente essa função, maior a capacidade de ganhar massa magra e recuperar o músculo após o treino. Quanto mais eficiente esse processo, maior tende a ser a capacidade de: ganho de massa magra, manutenção muscular, recuperação pós-treino, adaptação ao treinamento.

Além disso, a testosterona influencia: força muscular, potência, disposição física, motivação e função cognitiva. Pesquisas mostram que homens com níveis reduzidos de testosterona frequentemente apresentam pior desempenho físico, menor força e redução da massa muscular.

Sinais de testosterona baixos que afetam seu desempenho

Identificar a queda da testosterona é fundamental para evitar estagnação.  Muitos homens continuam treinando e se alimentando bem, mas não percebem que o problema pode estar no desequilíbrio hormonal.

Um dos primeiros sinais é o cansaço constante, mesmo com descanso aparente.  A perda de força também se torna evidente, com dificuldade para manter cargas ou evoluir nos exercícios.  O ganho de massa muscular desacelera, mesmo com treino e dieta ajustada, gerando frustração e sensação de estagnação.

Além do impacto físico, a testosterona também influencia o comportamento.  A diminuição da libido é um sinal clássico, acompanhado de muitas vezes de falta de motivação e menor disposição para atividades que antes eram naturais, como treinar e manter uma rotina ativa.

Principais causas da queda de testosterona no dia a dia

A redução da testosterona não acontece por um único fator, mas na maioria dos casos, ela está ligada ao estilo de vida e aos hábitos que, aos poucos, prejudicam a produção hormonal.

Dormir mal afeta diretamente a regulação hormonal, pois é durante o sono profundo que grande parte da produção de testosterona acontece. Estudos mostram que a privação de sono pode reduzir significativamente os níveis hormonais, especialmente quando o sono é insuficiente de forma crônica.  O estresse constante também eleva o cortisol, hormônios que competem com a testosterona e reduzem sua eficácia.  Já uma alimentação pobre em nutrientes exige uma base necessária para a produção hormonal adequada.

O sedentarismo ou treinos pouco intensos não estimulam o corpo a produzir testosterona de forma eficiente. O organismo responde a estímulos, e sem intensidade e progressão, a produção hormonal tende a ser menor. Além disso, hábitos como consumo excessivo de álcool e falta de rotina impactam a qualidade desse processo.

Como aumentar a testosterona naturalmente

A boa notícia é que a testosterona pode ser otimizada com ajustes consistentes no estilo de vida. Pequenas mudanças, quando aplicadas com frequência, geram impacto real. Uma dieta equilibrada, rica em proteínas, gorduras boas e micronutrientes, é essencial, e elementos como zinco, magnésio e vitamina D, devem ser seriamente considerados, visto que são fundamentais para a produção de testosterona.  Também é necessário consumir alimentos naturais e pouco processados ​, eles criam o ambiente ideal para o corpo funcionar melhor.

Treinos de força, com foco em exercícios compostos e alta intensidade, são os mais práticos. Movimentos como agachamento, levantamento de terra e supino ativam grandes grupos musculares e estimulam maior resposta hormonal, junto disso é importante executar a progressão da carga, que é essencial para manter o estímulo.

Sem recuperação adequada, o corpo não evolui, por essa razão, o descanso é importante, ele é responsável por permitir que o sistema hormonal se regule e que os músculos se reconstruam. Dormir bem e respeitar os intervalos entre os treinos é tão importante quanto o próprio treino.

Suplementação para aumentar a testosterona

A suplementação pode ser uma aliada quando a alimentação não supre todas as necessidades do organismo, ela não irá substituir os hábitos, mas potencializar os resultados.

Alguns micronutrientes têm papel direto na produção hormonal, como já foi citado, o zinco, magnésio e vitamina D são os mais relevantes.  A deficiência desses elementos pode impactar os níveis de testosterona, mesmo em homens ativos. Zinco participa da produção hormonal, função testicular e síntese de testosterona. Baixos níveis desse mineral podem impactar negativamente a saúde hormonal masculina. Magnésio participa de centenas de reações metabólicas, incluindo processos ligados à função muscular, recuperação e metabolismo hormonal. Vitamina D possui receptores em diferentes tecidos do organismo, incluindo sistema reprodutivo masculino. Estudos associam deficiência de vitamina D a menores níveis de testosterona em alguns indivíduos.

No site da Way Suplementos, você encontra as melhores opções de vitaminas e minerais para adicionar a sua rotina, como o SOMA PRO (Sua fórmula combina Zinco, Magnésio, Vitaminas B6 e B3, além de Selênio — nutrientes essenciais para o suporte à produção de testosterona e desempenho físico.)  Vitamina C+D+ZINCO da Performance Nutrition, o, e muitos outros, para que a sua produção hormonal seja otimizada. 

Quando a suplementação faz diferença nos resultados

A suplementação torna-se estratégica quando há carência nutricional ou alta demanda física.  Para quem treina com frequência e busca evolução, ela pode acelerar resultados para garantir que o corpo tenha os recursos necessários para operar em alto nível. Melhorar a testosterona não depende de uma única ação isolada, o resultado vem da soma de fatores bem ajustados.


Conclusão

A testosterona é um importante pilar da sua performance, quando ela está equilibrada, seus treinos rendem mais, sua energia aumenta e os resultados aparecem com mais consistência.

O segredo está na rotina, um treino bem estruturado, alimentação adequada, sono de qualidade e suplementação inteligente formam uma base para manter níveis de alta estabilidade e evolução de verdade.

Se você quer acelerar seus resultados, comece ajustando o básico e conte com os suplementos certos para potencializar seu desempenho. Acesse o site da Way Suplementos e escolha o que falta para elevar seu desempenho.

Referências científicas

  • Travison TG et al. The natural history of symptomatic androgen deficiency in men. Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. 2006.
  • Kraemer WJ, Ratamess NA. Hormonal responses and adaptations to resistance exercise and training. Sports Medicine. 2005.
  • Leproult R, Van Cauter E. Effect of 1 week of sleep restriction on testosterone levels in healthy young men. JAMA. 2011.
  • Vingren JL et al. Testosterone physiology in resistance exercise and training. Sports Medicine. 2010.
  • Pilz S et al. Effect of vitamin D supplementation on testosterone levels in men. Hormone and Metabolic Research. 2011.
  • Prasad AS et al. Zinc status and serum testosterone levels of healthy adults. Nutrition. 1996.
  • Cadegiani FA, Kater CE. Basal hormones and biochemical markers as predictors of overtraining syndrome in athletes. Sports Medicine. 2017.

Ellen Kwamme – Nutricionista 

CRN 24103612

Sinais que você não está consumindo vitamina B12 suficiente

Muita gente começa a se preocupar com os nutrientes apenas quando o corpo já apresenta sinais como cansaço excessivo, fraqueza, dificuldade de concentração ou formigamento.

Nessa hora, é natural surgir a dúvida sobre quando a vitamina B12 é considerada baixa, principalmente porque esses sintomas podem ser facilmente confundidos com estresse, rotina intensa ou até uma alimentação desregulada, e é por isso que nem sempre os sinais de que o organismo está com deficiência de vitamina ficam claros.

A vitamina B12 participa de funções essenciais, como a formação das células sanguíneas, o funcionamento do sistema nervoso e a produção de energia. Além disso, a deficiência nem sempre está ligada apenas ao consumo insuficiente, mas também à dificuldade de absorção.

Ao longo deste artigo, você vai entender quais sinais merecem atenção, o que pode causar a queda da vitamina B12 e como alimentação e suplementação podem ajudar a recuperar o equilíbrio do organismo.

Quando a vitamina B12 é considerada baixa?

Quando surge a dúvida sobre quando a vitamina B12 é considerada baixa, o primeiro ponto é entender como o exame mede a concentração de vitamina B12 no sangue. 

O resultado ajuda a identificar  se há deficiência, insuficiência ou necessidade de investigação complementar, principalmente quando a pessoa apresenta sintomas como cansaço, formigamento, fraqueza ou alterações de memória.

O valor de referência é a faixa estabelecida pelos laboratórios para indicar se um resultado está dentro do que é considerado “normal”. Essa faixa é definida com base em análises estatísticas de uma população aparentemente saudável, e por isso pode variar entre diferentes laboratórios. No caso da vitamina B12, é comum encontrar valores de referência que vão de 160 a 950 pg/mL. Quando o resultado do exame está dentro desse intervalo, ele geralmente é classificado como normal. 

No entanto, estar dentro da faixa de referência não significa necessariamente que os níveis estejam ideais para o funcionamento adequado do organismo. É aí que entra o conceito de valor ideal. O valor ideal é baseado em evidências clínicas, fisiológicas e bioquímicas, e leva em consideração não apenas a ausência de doença evidente, mas também o funcionamento metabólico adequado e a prevenção de sintomas.

No caso da vitamina B12, muitos estudos e profissionais consideram que níveis acima de 400 a 600 pg/mL são mais adequados para garantir o bom funcionamento do sistema nervoso, da produção de células sanguíneas e do metabolismo. Em alguns países da Europa e no Japão, a deficiência é considerada com níveis abaixo de 500-550 pg/mL. Isso ocorre porque algumas pessoas podem apresentar sintomas de deficiência — como cansaço, dificuldade de concentração e formigamentos — mesmo com valores dentro da faixa considerada normal, especialmente quando estão em níveis mais baixos dessa faixa, como entre 200 e 300 pg/mL.

Mesmo com os resultados do exame estando “dentro das referências”, algumas pessoas podem ter sintomas e precisar de mais investigação. Isso acontece porque a falta da vitamina B12 pode estar relacionada não só a ingestão insuficiente, mas também à dificuldade de absorção, à falta de fator intrínseco, alterações metabólicas ou até o uso prolongado de alguns medicamentos. Por isso, além dos exames, o contexto clínico, sintomas e outros marcadores também fazem a diferença.

Para que serve a vitamina B12 no organismo?

Papel na formação das células sanguíneas

A vitamina B12 é essencial para a formação saudável das células do sangue. Quando ela está em falta, o organismo tende a ter dificuldades para produzir glóbulos vermelhos adequadamente, o que favorece quadros de anemia megaloblástica e sintomas como fadiga, palidez e fraqueza.

Relação com sistema nervoso, mielina e energia

A B12 participa da manutenção do sistema nervoso e da integridade da mielina, estrutura que protege os nervos. Por isso, níveis baixos podem provocar dormência, formigamento, perda de sensibilidade, dificuldade para andar e queda de energia no dia a dia. 

Participação na síntese de DNA e no metabolismo

Outro ponto importante é que a vitamina B12 atua na síntese de DNA e em processos metabólicos fundamentais. Isso significa que ela participa de mecanismos básicos de renovação celular e uso de energia pelo organismo, o que ajuda a explicar por que sua deficiência pode afetar tantas funções ao mesmo tempo. 

Os primeiros sinais de vitamina B12 baixa

Cansaço frequente e falta de disposição

Entre os sinais mais comuns, o cansaço frequente costuma aparecer primeiro. A pessoa sente que o descanso já não rendia como antes, a disposição cai e tarefas simples passam a parecer mais pesadas.

Fraqueza, tontura e palidez

Fraqueza, tontura e palidez também são sinais que merecem atenção, especialmente quando aparecem juntas. Esses sinais costumam estar ligados ao impacto da deficiência na produção das células sanguíneas e podem se intensificar com esforço físico. 

Queda de rendimento físico e mental

Nem sempre o sintoma vem como “doença” aparente, muitas vezes ele aparece como queda de rendimento. Quando se percebe menos foco, mais lentidão, menor tolerância ao esforço e sensação de esgotamento mais cedo do que o habitual.

Sintomas neurológicos que merecem atenção

Formigamento nas mãos e nos pés

A deficiência de vitamina B12 pode afetar os nervos, e um dos sinais clássicos é o formigamento nas mãos e nos pés. Esse sintoma é bastante relevante porque pode surgir até antes de uma anemia evidente.

Dificuldade de concentração e falhas de memória

Dificuldade de concentração, lapsos de memória e confusão também aparecem entre os sintomas descritos em fontes médicas. Em alguns casos, a deficiência pode interferir de forma importante no desempenho mental e no bem-estar emocional.

Alterações no equilíbrio, sensibilidade e marcha

Quando o quadro avança, podem surgir alterações no equilíbrio, perda de sensibilidade e dificuldade para caminhar. Esses sinais pedem atenção especial porque a demora no diagnóstico pode aumentar o risco de dano neurológico persistente.

Outros sinais que podem aparecer no dia a dia

Língua dolorida, queimação ou aftas

A deficiência de B12 também pode se manifestar na boca. Língua dolorida, avermelhada, sensação de ardência e desconfortos orais estão entre os sinais claros da deficiência. 

Mudanças de humor e sintomas depressivos

Mudanças de humor, irritabilidade e sintomas depressivos também aparecem associados à deficiência em algumas fontes.  Isso não significa que toda alteração emocional esteja ligada à B12, mas mostra que o nutriente pode influenciar muito mais do que a disposição física.

Falta de apetite e perda de peso sem explicação

Perda de apetite e perda de peso sem explicação clara também podem ocorrer. Quando esses sinais aparecem junto com fadiga, palidez ou sintomas neurológicos, a investigação fica ainda mais importante. 

Por que a vitamina B12 pode ficar baixa?

Consumo insuficiente de alimentos de origem animal

Uma das causas mais conhecidas é o consumo insuficiente de alimentos de origem animal, já que a vitamina B12 está presente principalmente em carnes, peixes, ovos, leite e derivados. As dietas restritivas sem planejamento podem aumentar esse risco.

Dificuldade de absorção intestinal

Consumir pouco não é a única causa, muitas pessoas desenvolvem deficiência porque não conseguem absorver bem a vitamina B12 dos alimentos. Isso pode ocorrer por falta de fator intrínseco, seja por alterações no estômago ou no intestino.

Uso de medicamentos e condições de saúde que interferem na absorção

O uso prolongado de medicamentos como metformina e inibidores da bomba de prótons também tem associação com baixos níveis de B12. Além disso, doenças intestinais, cirurgias gastrointestinais e anemia perniciosa entram entre as causas mais relevantes.

Consumir pouco e absorver mal não são a mesma coisa

Nem toda deficiência de vitamina B12 acontece pelo mesmo motivo. Em alguns casos, o problema está na alimentação: a pessoa não consome quantidades suficientes do nutriente no dia a dia, e em outros, a ingestão até acontece, mas o organismo encontra dificuldade para absorver essa vitamina corretamente.

Como essa diferença muda a estratégia de correção

Entender essa diferença é importante porque ela influencia diretamente na forma de corrigir o problema. Quando a deficiência está ligada à baixa ingestão, mudanças na alimentação e suplementação podem trazer bons resultados. Já nos casos de má absorção, a estratégia costuma exigir uma avaliação mais individualizada, para identificar a causa e definir a forma mais adequada de reposição.

O que pode acontecer se a deficiência não for corrigida?

Anemia megaloblástica

A consequência clássica é a anemia megaloblástica, em que a produção das células do sangue fica prejudicada. Isso costuma aumentar sintomas como cansaço, fraqueza e palidez.

Sem correção, os sintomas neurológicos podem avançar. Formigamento, perda de sensibilidade, dificuldade de marcha, confusão e alterações cognitivas podem se tornar mais relevantes com o tempo.

Na prática, isso significa menos energia, pior desempenho físico e mental, desconfortos persistentes e redução da qualidade de vida. Em alguns casos, o atraso no tratamento pode aumentar o risco de danos neurológicos duradouros. 

Como saber se os sintomas realmente têm relação com vitamina B12?

Exames que costumam entrar na investigação

A avaliação costuma começar pela dosagem sérica de vitamina B12, mas esse resultado não deve ser analisado sozinho. 

Em muitos casos, ele funciona como ponto de partida para entender se os sintomas têm relação com deficiência do nutriente.

A importância de avaliar hemograma, folato e contexto clínico

Além da vitamina B12, exames como hemograma e folato ajudam a interpretar melhor o quadro. 

Isso é importante porque sinais como cansaço, fraqueza, tontura e dificuldade de concentração também podem aparecer em outras condições, e por isso, o exame faz mais sentido quando é lido junto com os sintomas e o histórico de saúde.

Quais alimentos ajudam a manter bons níveis de vitamina B12 e qual momento ideal para suplementar?

As principais fontes alimentares de vitamina B12 são alimentos de origem animal, como carnes, peixes, leite, derivados e ovos. Para quem consome esses alimentos regularmente, eles costumam ser a base da ingestão do nutriente.

A suplementação costuma ser considerada quando há deficiência confirmada, ingestão insuficiente, maior risco de carência ou dificuldade de absorção. Nesses casos, ela pode ajudar tanto na correção quanto na prevenção de níveis baixos.

Nem toda suplementação tem o mesmo objetivo. Há situações em que ela é usada para prevenir a deficiência, outras em que entra para corrigir um quadro já instalado, e outras em que passa a fazer parte da manutenção. Essa diferença é importante porque muda a estratégia de uso.

Na Way Suplementos, você encontra opções de vitamina B12 em cápsulas e gotas, com fórmulas à base de metilcobalamina e diferentes concentrações.

Reunimos alternativas práticas  para diferentes rotinas, facilitando a escolha de uma suplementação mais alinhada à sua necessidade.


Ellen Kwamme
CRN 24103612

Referências

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Ciclo menstrual e nutrição : Ajustes por fase, o que comer em cada fase do ciclo para performance e humor

Ao longo do ciclo menstrual, é comum perceber mudanças no humor, na fome, na disposição e até no rendimento dos treinos. Em alguns dias, tudo parece fluir melhor, em outros, o inchaço aumenta, a irritação aparece e a vontade de comer doce fica mais forte. Por isso é importante entender o que comer na TPM e em cada fase do ciclo, para saber o que pode tornar a sua rotina mais equilibrada.

A alimentação pode ser uma aliada importante para lidar com os sintomas e acompanhar as necessidades do corpo em cada momento. Nesse artigo, você irá ver como ajustar a nutrição ao longo do ciclo menstrual, quais alimentos podem ajudar no humor e na performance, e o que se deve evitar durante o período, para passar pela TPM com mais bem-estar.

Entender o ciclo menstrual muda a forma como você se alimenta

Ao longo do ciclo menstrual, o corpo feminino passa por uma série de alterações fisiológicas e bioquímicas reguladas principalmente pelo eixo hipotálamo–hipófise–ovário. Esse sistema controla a liberação de hormônios como GnRH, FSH, LH, estrogênio e progesterona, que não apenas regulam a função reprodutiva, mas também influenciam diretamente o metabolismo, o apetite, o humor e a disposição.

O estrogênio, que predomina na fase folicular e atinge seu pico próximo à ovulação, está associado a uma melhora da sensibilidade à insulina e ao aumento da atividade serotoninérgica no cérebro. Esse hormônio contribui para maior estabilidade de humor, menor apetite e melhor aproveitamento energético, favorecendo inclusive o desempenho físico. Já a progesterona, que se eleva na fase lútea, possui efeitos mais catabólicos, podendo aumentar levemente o gasto energético basal, a temperatura corporal e a sensação de fome. Quando há queda simultânea de estrogênio e progesterona no final da fase lútea, ocorre também uma redução na disponibilidade de serotonina, o que ajuda a explicar sintomas comuns da tensão pré-menstrual, como irritabilidade, cansaço e maior desejo por alimentos ricos em açúcar.

O que muda no corpo ao longo das fases do ciclo

Na fase menstrual, muitas mulheres sentem mais cansaço e desconforto, na fase folicular, a tendência é haver recuperação gradual da energia, na ovulação, é comum perceber mais disposição, já na fase lútea, especialmente nos dias que antecedem a menstruação, podem aparecer mais fome, inchaço e oscilações de humor. Fazer essa leitura do corpo ajuda a ajustar alimentação, hidratação e rotina com mais inteligência. 

O corpo não vai responder igual o mês inteiro, existem fases em que o treino parece render mais e outras em que recuperação, sono e conforto precisam de mais atenção. Por isso, pensar em nutrição por fase do ciclo é uma forma de sustentar performance e bem-estar sem exigir do corpo a mesma resposta todos os dias. 

O que comer na TPM para aliviar inchaço, irritabilidade e vontade de doce

Nutrientes específicos desempenham papel importante nesse contexto. O magnésio, por exemplo, atua como cofator em centenas de reações enzimáticas e participa da regulação do sistema nervoso. A vitamina B6 é essencial na conversão do triptofano em serotonina, enquanto o próprio triptofano é um aminoácido precursor desse neurotransmissor. Esses mecanismos ajudam a explicar porque alimentos – como  banana, aveia, peixes, sementes, verduras escuras, cacau e leguminosas-  ricos nesses nutrientes podem contribuir para a melhora do humor e da compulsão alimentar na TPM, aliviando irritabilidade, cólica, dor de cabeça e desejo por doces.

Fontes de carboidratos de qualidade que ajudam no humor

Carboidratos de qualidade também têm espaço importante, principalmente quando a fome aumenta. Aveia, arroz integral, quinoa, pão integral, milho e outros grãos integrais ajudam na saciedade e favorecem uma liberação de energia mais estável, o que pode contribuir para o humor e para reduzir a busca constante por açúcar.

Opções práticas de lanches e refeições para esse período

Na TPM, funciona melhor pensar em refeições simples e consistentes do que em restrições rígidas, alguns exemplos são: iogurte com aveia e banana, frutas com castanhas, ovos com pão integral, arroz com feijão e legumes, peixe com batata e folhas, ou chocolate amargo em porção equilibrada. Esses alimentos ajudam a unir saciedade, nutrientes estratégicos e praticidade no dia a dia.

No café da manhã, aveia, frutas e proteína ajudam a começar o dia com mais estabilidade. No almoço e jantar, a base pode ser proteína, legumes, verduras e uma fonte de carboidrato de boa qualidade. Nos lanches, vale apostar em frutas, castanhas, iogurte, cacau e sementes. Essa organização reduz picos de fome e facilita escolhas melhores quando a vontade de doce aparece.

O que evitar na TPM para não piorar os sintomas

Excesso de açúcar, sal e ultraprocessados

Exagerar em açúcar, sal, gordura e ultraprocessados pode piorar sintomas como inchaço, oscilação de energia e vontade de beliscar o tempo todo. Especialistas costumam reforçar a importância de refeições mais leves, com mais água, fibras e alimentos in natura ou minimamente processados nesse período.

Cafeína e álcool: quando podem atrapalhar mais do que ajudar

Cafeína e álcool não precisam ser demonizados, mas em algumas mulheres podem intensificar irritabilidade, tensão mamária, ansiedade, desconforto e alteração do sono na semana pré-menstrual. Por isso, observar a resposta do próprio corpo faz diferença, especialmente se os sintomas costumam ser fortes.

Fase menstrual: como comer quando o corpo pede mais descanso

Durante a fase menstrual, a queda hormonal é acompanhada por um aumento na produção de prostaglandinas, especialmente a PGF2α, substâncias inflamatórias responsáveis pelas contrações uterinas e pelas cólicas. Além disso, a perda sanguínea pode levar a uma redução nos níveis de ferro, impactando o transporte de oxigênio e contribuindo para sintomas como fadiga e queda de energia. Nesse contexto, a alimentação com foco em ferro, proteínas e compostos anti-inflamatórios pode auxiliar na recuperação e no conforto.

Nutrientes importantes durante a menstruação

Durante a menstruação, a prioridade costuma ser conforto, hidratação e refeições nutritivas que não pesem.  Nesse momento, alimentos com ferro, proteína, líquidos, potássio, fibras e compostos anti-inflamatórios podem ser aliados, principalmente se houver sensação de fraqueza, cólica ou mais indisposição.

Verduras escuras, feijão, lentilha, banana, aveia, peixes e refeições quentes e simples costumam funcionar bem, são escolhas que ajudam a manter energia mais estável e a oferecer nutrientes úteis quando o corpo está mais sensível. 

Fase folicular: a melhor hora para investir em energia e recuperação

Na fase folicular, o aumento gradual do estrogênio promove um ambiente metabólico mais favorável. Há melhora da sensibilidade à insulina, maior utilização de gordura como fonte de energia e um cenário mais propício para síntese proteica e recuperação muscular. Isso explica por que muitas mulheres percebem melhora na disposição e no rendimento físico nesse período.

Depois da menstruação, muitas mulheres percebem melhora gradual da energia. Essa fase costuma ser boa para reforçar rotina, organização alimentar e recuperação, aproveitando um momento em que o corpo tende a responder melhor.

Aqui faz sentido montar pratos completos, com proteína, legumes, verduras, frutas e carboidratos de qualidade. Essa base ajuda a sustentar treino, foco e constância, sem depender de compensações mais extremas depois.

Ovulação: o que comer para manter performance, saciedade e equilíbrio

A ovulação é marcada pelo pico de estrogênio e pelo aumento do hormônio luteinizante (LH), sendo frequentemente associada à melhor desempenho neuromuscular e maior eficiência metabólica. Nessa fase, manter uma alimentação equilibrada, com proteínas adequadas e alimentos com potencial anti-inflamatório, como fontes de ômega-3,  contribui para sustentar a performance e a recuperação. 

Um prato simples continua sendo a melhor estratégia: proteína, vegetais variados, uma fonte de carboidrato e alguma gordura boa. Essa combinação favorece saciedade, estabilidade de energia e melhor resposta ao treino.

Fase lútea: como ajustar a nutrição antes da TPM se intensificar

Já na fase lútea, o predomínio da progesterona leva a mudanças importantes. Há um aumento do gasto energético, que pode variar entre 2% e 11%, além de uma tendência maior à resistência à insulina. Essas alterações, somadas à redução da serotonina, contribuem para o aumento do apetite, especialmente por carboidratos. Do ponto de vista bioquímico, isso ocorre porque o consumo de carboidratos estimula a liberação de insulina, que reduz a competição entre aminoácidos no sangue e favorece a entrada de triptofano no cérebro, aumentando a síntese de serotonina e promovendo sensação de bem-estar.

Nessa fase é comum o relato de retenção de líquidos. A progesterona pode influenciar a ativação do sistema renina-angiotensina-aldosterona, promovendo maior retenção de sódio e água. Isso reforça a importância de controlar o consumo de sódio e garantir ingestão adequada de potássio, que auxilia no equilíbrio hídrico.

Substâncias como cafeína e álcool também podem impactar esse período. A cafeína atua como antagonista da adenosina, podendo aumentar a excitabilidade do sistema nervoso e intensificar sintomas como ansiedade e irritabilidade. Já o álcool interfere em neurotransmissores como GABA e serotonina, podendo prejudicar o humor e a qualidade do sono, especialmente em mulheres mais sensíveis às oscilações hormonais.

Nesse momento, vale evitar refeições muito pequenas ou pobres em saciedade, combine  carboidratos de boa qualidade com proteína e gorduras boas, isso ajuda a controlar melhor a fome ao longo do dia. Exemplos práticos são fruta com pasta de amendoim, iogurte com aveia, arroz com feijão e carne, ou sanduíche integral com ovo e salada. 

Suplementação pode ajudar durante o ciclo menstrual?

Em alguns casos, suplementação pode ser uma ferramenta útil, principalmente quando a alimentação não cobre tão bem a rotina ou quando existe prática regular de atividade física. O mais importante é que eles conversem com a fase do ciclo, com o padrão alimentar e com os sintomas percebidos ao longo do mês.

 O magnésio tem sido associado à redução de sintomas da TPM, o ômega-3 à modulação de processos inflamatórios e melhora do humor, e a proteína, especialmente em contextos de atividade física, à recuperação muscular e à saciedade. No entanto, essas estratégias devem ser individualizadas, considerando o padrão alimentar, a rotina e as necessidades específicas.

Para ajudar, no site da Way Suplementos, você encontra suplementações como Omega golden – Essential Nutrition , e diversos tipos de proteína como o Whey Protein concentrado com menor teor de carboidrato Vital Clean – Inspire Nutrition  , whey protein isolado e hidrolisado Cacao Whey – Essential Nutrition, além de suplementação de Triptofano – Nutrify , Magnésio Bio Trimag – Pura Vida e B Complex – Essential  

Ajustes simples que fazem diferença na prática

Na prática, uma boa estratégia é se adaptar sem complicar: aumentar a hidratação na TPM, reforçar fibras e proteínas quando a fome sobe, incluir fontes de magnésio e ômega-3, e reduzir excesso de sal, açúcar e álcool quando o corpo estiver mais sensível. Pequenos ajustes sustentáveis costumam funcionar melhor do que mudanças radicais.

Observar padrão de fome, humor, inchaço, treino e sono ao longo do mês ajuda a entender o próprio ciclo. Isso permite montar uma rotina mais intuitiva, respeitando as fases sem transformar cada sintoma em regra fixa. 



Ellen Kwamme
CRN 24103612

Referências 

REFERÊNCIAS

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Percentual de gordura: Espelho vs balança

Muita gente começa a rotina de treinos e alimentação esperando resultados rápidos, mas com o passar dos dias o corpo pode até estar diferente no espelho, mas o número mal muda, então vem a frustração. É exatamente aí que surge uma dúvida importante: será que o peso está mesmo mostrando toda a verdade sobre a sua evolução?

Quando se fala de emagrecimento saudável o maior erro é focar apenas no peso, em muitos casos, o corpo está sim mudando, por dentro e por fora, mas a balança não consegue mostrar isso com clareza. Por essa razão entender o percentual de gordura é fundamental.

Neste artigo, você irá entender por que o espelho e a balança podem contar histórias diferentes no mesmo corpo, o que realmente é percentual de gordura, como interpretar melhor os sinais do seu corpo e quais métodos ajudam a acompanhar sua evolução de forma mais realista, pois quando você sabe o que observar, fica muito mais fácil enxergar progresso de verdade.

Por que o peso na balança nem sempre mostra sua evolução real

A balança mostra o peso corporal total naquele momento, e não apenas gordura. Esse número abrange o corpo em sua forma total, incluindo água, massa muscular, conteúdo intestinal, glicogênio, ossos e gordura. 

Por essa razão, usar apenas o peso como referência pode gerar interpretações erradas sobre emagrecimento, até mesmo o IMC (Índice de Massa Corporal), que também usa o peso como base, tem limitações justamente por não diferenciar gordura de massa magra.

Ninguém é igual, essa é uma frase clichê, mas extremamente real. Mesmo se duas pessoas têm o exato mesmo peso, elas podem ter corpos diferentes, porque a composição corporal delas é diferente. Quem tem mais massa muscular tende a ter aparência mais definida do que alguém com maior proporção de gordura.

Às vezes o número que aparece na balança pode estar te enganando, pois o peso pode subir ou cair sem que isso signifique, necessariamente, ganho ou perda de gordura.

Mudanças de hidratação, retenção de líquidos, ingestão de carboidratos, fase hormonal e até horário da pesagem alteram o resultado. Por isso é importante se atentar a muitos fatores ao considerar o peso da balança.

O que é percentual de gordura corporal

Peso corporal é aquilo que a balança registra, o total do seu corpo, já o percentual de gordura corporal mostra qual parte desse peso corresponde à gordura. Em vista disso, entender e avaliar o percentual de gordura corporal é a opção que faz mais sentido para quem quer avaliar a transformação física de verdade, e não apenas considerar um número.

A massa magra, gordura corporal e retenção de líquidos são fatores que irão influenciar e muito o peso corporal.  A massa magra inclui músculos, órgãos, ossos e outros tecidos livres de gordura, a gordura corporal é proporção de gordura em relação ao peso total do corpo, fundamental para energia e proteção dos órgãos, já a retenção de líquidos é uma oscilação temporária que pode alterar o peso e até algumas medições.

Essa é a razão pela qual nem toda mudança no peso vem de gordura e nem toda melhora visual aparece na balança.

Como saber meu percentual de gordura na prática

Nem sempre você vai precisar de um exame para perceber que está evoluindo, a redução de medidas, melhora na definição, roupas mais soltas e melhor desempenho físico costumam ser sinais importantes de mudança corporal. Eles não substituem uma avaliação, mas ajudam a acompanhar a evolução com mais inteligência.

Até esse ponto já é claro que existe muito mais a ser considerado do que apenas o número que aparece na balança, para perceber se você realmente está emagrecendo também se deve avaliar:

Medidas corporais

Cintura, quadril, abdômen, coxa e braço ajudam a mostrar progresso mesmo quando a balança parece parada.

Caimento das roupas

Quando uma roupa veste melhor, isso muitas vezes indica redução de volume corporal.

Aparência no espelho

O espelho pode mostrar definição, postura, proporção e contorno corporal que a balança não mostra.

Desempenho nos treinos

Mais força, resistência e recuperação melhor costumam ser bons sinais de melhora de composição corporal.

Espelho vs balança: qual mostra melhor o seu progresso

O espelho mostra forma, definição, simetria e redução visual de gordura localizada, ele ajuda a perceber mudanças que passam despercebidas no peso total, especialmente quando há ganho de massa muscular junto com perda de gordura. A balança ainda é útil para acompanhar tendência ao longo do tempo, desde que usada com contexto. Ela pode ajudar no monitoramento de rotina, desde que não seja o único critério. O mais inteligente é combinar indicadores: peso, fotos, medidas, percepção no espelho, sem deixar de lado a avaliação de composição corporal. Um único dado isolado quase sempre conta só parte da história.

Principais formas de medir o percentual de gordura

Bioimpedância

A bioimpedância estima a composição corporal a partir da resistência do corpo à passagem de corrente elétrica de baixa intensidade. Como a água corporal interfere nessa condição, o método é bastante sensível ao estado de hidratação.

Adipômetro e dobras cutâneas

As dobras cutâneas estimam gordura subcutânea em pontos específicos do corpo, esse método tende a ser mais confiável quando realizado por profissional treinado, já que a técnica do avaliador influencia bastante no resultado.

Fita métrica e circunferências corporais

Esse instrumento não mede diretamente o percentual de gordura, mas ajuda muito no acompanhamento prático. Reduções em cintura e abdômen, por exemplo, costumam ser bons sinais de perda de gordura corporal, especialmente quando acompanhadas de fotos e rotina consistente.

Avaliação física profissional

Quando o objetivo é precisão maior, vale recorrer a uma avaliação física profissional. Dependendo do caso, o profissional pode combinar bioimpedância, dobras cutâneas, circunferências e outros métodos para uma leitura mais completa.

Como interpretar o percentual de gordura sem cair em comparação errada

Homens e mulheres têm diferenças naturais na composição corporal. Em geral, mulheres apresentam percentuais de gordura mais altos do que homens por razões fisiológicas e hormonais, o que torna comparações diretas injustas. 

Hidratação, horário, ciclo menstrual, refeição recente, exercício antes da avaliação e até equipamento utilizado podem interferir. Por isso, o ideal é comparar resultados obtidos em condições semelhantes.

Ter um percentual muito baixo não é automaticamente sinônimo de saúde ou performance.  A saúde envolve energia, sono, alimentação, relação equilibrada com o corpo e manutenção de massa magra, e não apenas “secar” ao máximo.

Erros comuns de quem tenta acompanhar o percentual de gordura

O peso pode variar de um dia para o outro por retenção de líquidos, alimentação, horário da pesagem e outros fatores.  Por isso, avaliar apenas um número isolado pode levar a interpretações erradas, o que pode desencorajar o processo.

Cada corpo responde de uma forma, com diferenças de rotina, genética e nível de treino. Comparações excessivas podem atrapalhar sua percepção e fazer você ignorar a própria evolução.

Sem observar sono, alimentação, treino e estresse, qualquer número perde muito do sentido, esses fatores são fundamentais para entender o que de fato está acontecendo com o seu corpo.

Conclusão: como saber meu percentual de gordura com mais clareza e menos ansiedade

Se a sua dúvida é como saber o percentual de gordura, o caminho mais inteligente é parar de olhar apenas para o peso, comece a observar medidas, espelho, desempenho e, faça uma consulta com nutricionista para ter uma avaliação mais precisa.

No fim, o progresso real aparece quando você junta percepção visual, dados simples do dia a dia e avaliação técnica. Assim, fica mais fácil entender seu corpo, evitar comparações erradas e acompanhar sua evolução com muito mais clareza.

Para quem busca melhorar a alimentação e tornar a rotina mais saudável, o aplicativo Way Vantagens oferece uma solução prática e confiável. Por meio dele, é possível agendar consultas nutricionais com profissionais altamente qualificados, que ajudam a montar estratégias personalizadas de alimentação, considerando objetivos, rotina e preferências individuais. Com orientação especializada ao alcance de um clique, cuidar da saúde e manter uma dieta equilibrada ficou muito mais simples e acessível.

Ellen Kwamme
CRN 24103612

Referências

BALABAN, Gail. Essentials of Body Composition Assessment. 1. ed. Champaign: Human Kinetics, 2016.

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A moda da Proteína, agora até ultraprocessado tenta ser fit

As grandes marcas estão se adaptando a um novo comportamento: um consumidor que quer mais saúde, mas também busca praticidade. Nesse cenário, poucos nutrientes ganharam tanto destaque quanto a proteína.

Nos últimos anos, surgiu o que muitos já chamam de “febre da proteína”. Hoje, é comum encontrar produtos com termos como “protein”, “high protein”, “whey” ou “zero” estampados nas embalagens. Barrinhas, bebidas, sobremesas, snacks e até alimentos que tradicionalmente não eram associados à nutrição esportiva passaram a destacar a proteína como principal argumento de venda. Mas essa tendência não surgiu por acaso.

Como a comida fitness virou tendência dentro e fora da academia

A proteína sempre teve um papel fundamental no organismo. Ela está diretamente envolvida na construção e reparo muscular, na produção de enzimas e hormônios e também na regulação da saciedade. Para quem treina, ela se tornou ainda mais relevante por contribuir para recuperação muscular e manutenção da massa magra. Além disso, dietas com maior teor proteico costumam ajudar no controle da fome, o que também reforça seu apelo para quem busca composição corporal. Esse conjunto de benefícios fez com que a proteína deixasse de ser apenas um nutriente e passasse a ocupar um espaço central no comportamento alimentar moderno.

Com a rotina cada vez mais corrida, o consumidor começou a procurar soluções rápidas que entregassem esses benefícios sem exigir muito planejamento. É aí que a indústria entra com força: produtos práticos, prontos para consumo e com forte comunicação voltada à proteína passaram a dominar prateleiras e redes sociais.

Hoje, muitas pessoas olham primeiro para a quantidade de proteína e só depois, ou nem isso, para o restante da composição. Isso acontece porque a proteína carrega uma percepção muito positiva: ela representa resultado, disciplina e eficiência. Quando um produto comunica isso de forma clara na embalagem, ele ativa a sensação de que aquela é uma escolha inteligente.

A moda da proteína mudou a forma como as pessoas enxergam a alimentação

Muitos produtos classificados como “fitness” ou “proteicos” são, na prática, ultraprocessados. Ou seja, possuem listas extensas de ingredientes, aditivos, aromatizantes e, em alguns casos, quantidades elevadas de sódio, gorduras ou açúcares. A presença de proteína não elimina esses fatores.

Isso não significa que esses produtos não possam fazer parte da rotina. Em momentos de correria, pós-treino ou falta de acesso a uma refeição completa, eles podem ser úteis como apoio. O problema começa quando deixam de ser uma estratégia pontual e passam a ocupar o espaço do básico.

Porque, no fim, a base da alimentação continua sendo simples. Fontes naturais como ovos, carnes, peixes, leite, iogurte, feijão e lentilha continuam sendo formas eficientes de consumir proteína com uma matriz alimentar mais completa. Além disso, uma alimentação equilibrada não depende apenas de proteína — carboidratos, gorduras boas e fibras seguem essenciais para energia, saúde metabólica e funcionamento do organismo.

A febre da proteína faz sentido, mas precisa ser interpretada com critério. Mais do que buscar produtos com alto teor proteico, vale entender o contexto:  essa proteína está vindo junto com uma boa composição?  ela realmente atende uma necessidade da sua rotina?  ou está apenas reforçando uma percepção criada pelo marketing?


O que são ultraprocessados e por que isso importa mesmo em produtos proteicos

De forma prática, ultraprocessados costumam ser formulações industriais feitas com muitos ingredientes e aditivos, incluindo substâncias pouco usadas em preparações caseiras, como aromatizantes, corantes, emulsificantes e realçadores. O Guia Alimentar para a População Brasileira recomenda preferir alimentos in natura ou minimamente processados e evitar ultraprocessados como base da alimentação.

A praticidade não precisa ser inimiga da qualidade. É possível montar uma rotina eficiente combinando alimentos simples, organização e, quando necessário, suplementação bem escolhida. Um iogurte natural, atum em lata, ovos cozidos, frutas, castanhas e whey protein podem trazer praticidade sem necessariamente entrar na lógica de um produto excessivamente formulado. 

Já alguns produtos estão tentando mudar sua imagem diante do mercado ao acrescentar o termo proteico, como o caso do snack Doritos Protein, cervejas proteicas, nescau proteico, água proteica e etc

Olhar só para as gramas de proteína é reduzir demais a análise! Um produto pode ter proteína, mas também ter excesso de sódio, açúcar, gorduras ou uma lista enorme de ingredientes. Se a lógica do consumo vira “tem proteína, então está liberado”, a escolha deixa de ser estratégica e passa a ser emocional.

O papel da suplementação no meio dessa confusão entre saúde e marketing

Suplementar bem é saber usar os produtos de forma estratégica, considerando sua rotina, seus objetivos e suas necessidades individuais. Hoje, existem diversas opções com apelo fitness — como sobremesas proteicas, snacks com whey e bebidas “high protein” — que podem, sim, trazer praticidade e ajudar em momentos específicos do dia.

A diferença está em entender o papel de cada um deles dentro da sua alimentação. Enquanto alguns produtos funcionam como lanches ou alternativas rápidas, outros têm uma proposta mais direta de suplementação. Quando usados com esse olhar, todos podem contribuir de forma positiva.

O melhor uso da proteína, seja por meio da alimentação ou da suplementação, passa por contexto: quantidade adequada, qualidade da composição e como isso se encaixa na sua rotina. Quando a base alimentar está organizada, os suplementos entram como aliados para otimizar resultados, facilitar o dia a dia e garantir consistência.

A proteína ganhou espaço porque realmente faz diferença — tanto na performance quanto na saciedade e na recuperação. E, com tantas opções disponíveis hoje, ficou mais fácil incluir esse nutriente na rotina de forma prática.

Para quem busca mais desempenho, praticidade e uma alimentação mais estratégica, o caminho está em combinar o básico bem feito com boas escolhas ao longo do dia. A suplementação, nesse cenário, funciona como um suporte inteligente, ajudando a complementar a dieta de acordo com seus objetivos.

Se a ideia é facilitar a rotina sem abrir mão de qualidade, vale conhecer as opções disponíveis no site da Way Suplementos, onde você encontra produtos que podem contribuir para uma estratégia alimentar mais prática, equilibrada e alinhada com o seu dia a dia.


Ellen Kwamme
CRN 24103612

Referências

AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA (ANVISA). Guia Alimentar para a População Brasileira. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/alimentos/guia-alimentar 

AHRQ – AGENCY FOR HEALTHCARE RESEARCH AND QUALITY. The Effect of Protein Intake on Health: A Systematic Review. 2024. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39680699/?utm_source=chatgpt.com. 

DIETARY GUIDELINES ADVISORY COMMITTEE. Dietary Guidelines for Americans 2025–2030. Washington, DC: U.S. Department of Agriculture & U.S. Department of Health and Human Services, 2025. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0022316626001264?utm_source=chatgpt.com. 

SANTOS, M. et al. A Modern Take on Protein Nutrition Meets Evolving Consumer Perceptions. The Journal of Nutrition, v. 156, n. 3, p. 452–465, 2026. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0022316626001264?utm_source=chatgpt.com. 

MOUBARAK, G. et al. Protein-enriched ultraprocessed foods: benefits and risks. Nature Metabolism, v. 7, p. 558–567, 2025. Disponível em: https://www.nature.com/articles/s42255-025-01258-1?utm_source=chatgpt.com. 

SANTOS, R.; MONTEIRO, C. A. Ultraprocessed foods and diet quality: implications for public health. Nutrition Journal, v. 19, n. 1, p. 60, 2020. Disponível em: https://nutritionj.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12937-020-00604-1?utm_source=chatgpt.com. 

Cardio e suplementação: confira estratégias para otimizar a queima de gordura

Quando o assunto é queima de gordura, combinar treinos de cardio com suplementação e uma boa dieta pode ser a chave para atingir seus objetivos de forma mais eficiente. 

Neste artigo, vamos explorar como o cardio contribui para o processo de queima de gordura, quais treinos são mais eficazes, e como suplementos específicos podem potencializar seus resultados.

Pronto para suar a camisa e focar nos seus objetivos? Vamos lá!

A Importância do cardio na queima de gordura

Treinos de cardio, ou exercícios aeróbicos com uma dieta adequada, são fundamentais para criar um balanço calórico negativo, necessário para a queima de gordura. 

Durante essas atividades, o corpo utiliza gordura como fonte de energia, especialmente em sessões de baixa a moderada intensidade. 

O cardio também melhora a saúde cardiovascular, aumentando sua resistência e a capacidade de executar atividades físicas com maior intensidade.

Tipos de treinos de cardio para queima de gordura

  1. Treino Contínuo de Baixa a Moderada Intensidade
    • Atividades como caminhada rápida, corrida leve e ciclismo em ritmo constante ajudam a queimar calorias ao longo do tempo.
    • Ideal para iniciantes ou para dias de recuperação.
  2. Treino Intervalado de Alta Intensidade (HIIT)
    • Alterna períodos curtos de esforço máximo com momentos de descanso ou atividade leve.
    • Exemplos: Sprints na esteira, circuitos com burpees e saltos.
    • Benefício principal: o efeito “excess post-exercise oxygen consumption” (EPOC), que faz com que o corpo continue queimando calorias após o treino.
  3. Cardio em Jejum
    • Praticado antes do café da manhã, com os níveis de glicogênio reduzidos, levando o corpo a utilizar mais gordura como fonte de energia.
    • Pode ser uma opção, mas deve ser feito com moderação para evitar perda de massa magra. O ideal é fazer os treinos de cardio 
  4. Exercícios Combinados
    • Combinar cardio com treino de força é uma estratégia poderosa para preservar músculos enquanto reduz a gordura. O ideal é realizar os treinos de cardio após os treinos de força por pelo menos 30 minutos.
    • Exemplos: Treinos funcionais, circuitos de musculação com alta repetição e pouco descanso.

Suplementos que Potencializam a Queima de Gordura

A suplementação pode ser um aliado importante no processo de queima de gordura, desde que utilizada de forma correta e em conjunto com uma alimentação equilibrada.

  1. Cafeína

A cafeína estimula o sistema nervoso central, diminui a percepção de fadiga, aumenta a termogênese e melhora o desempenho em treinos de cardio.

Uma sugestão de consumo é de aproximadamente 200 a 400 mg antes do treino.
Deve ser usado com cautela, especialmente por quem tem condições cardiovasculares. Atenção também para pessoas que tem ansiedade. 

  1. Beta-Alanina

A suplementação de beta-alalina atua principalmente na redução da fadiga

Indicada para treinamentos de alta intensidade e curta duração.

Essa suplementação deve ser tomada todos os dias, independente de ocorrer treinamento ou não. As doses utilizadas são de 3,2 a 6,4g/dia distribuída 3x ao dia.

Um efeito colateral muito comum é chamado de parestesia (formigamento) ou popularmente conhecido como efeito da coceira.

  1. Termogênicos

Os termogênicos são suplementos que contêm ingredientes como cafeína. café verde, extrato de pimenta, guaraná ou gengibre, aumentando a taxa metabólica basal.

Devem ser usados com cautela, especialmente por quem tem condições cardiovasculares.

  1. Óleo de peixe (Omega-3)

Ômega-3 possui propriedades anti-inflamatórias, melhora a sensibilidade à insulina ajudando na utilização da gordura como fonte de energia e auxilia na reparação tecidual melhorando a recuperação.

O nutriente contribui também para a saúde geral. Descubra mais os benefícios e vantagens de consumo do ômega-3, em um conteúdo exclusivo do blog da Way Suplementos.

  1. Whey protein

Embora o whey protein não seja diretamente ligado à queima de gordura, ajuda a preservar massa muscular, essencial para manter um metabolismo acelerado.

O suplemento é ideal como complemento de refeições ou no pós-treino pois ajuda na recuperação pós exercício. 

Dicas práticas para maximizar os resultados na academia

Se você pretende conseguir resultados ainda mais sólidos e rápidos, abaixo o blog da Way traz algumas dicas para maximizar resultados. 

Porém, antes de colocar seus planos em prática, faça uma visita ao seu médico de confiança e se certifique de que sua saúde vai bem, ok?

  • Periodize seus treinos: alterne entre diferentes tipos de cardio para evitar platôs e manter a motivação.
  • Combine cardio e musculação: um corpo mais musculoso queima mais calorias, mesmo em repouso.
  • Monitore sua frequência cardíaca: trabalhe na zona de queima de gordura (50-70% da frequência cardíaca máxima) em treinos mais longos, ou ultrapasse 80% no HIIT.
  • Mantenha-se hidratado: a hidratação é crucial para a eficiência do metabolismo e para o desempenho nos treinos.
  •  A alimentação é fundamental: alinhar o treino de cardio com uma boa dieta fará com que chegue ao objetivo mais rápido.
  • Seja consistente: os resultados dependem de disciplina e regularidade. Estabeleça uma rotina e mantenha o foco.

Escolha os tipos de cardio que melhor se adequem ao seu nível e objetivos, complemente com suplementos apropriados e siga as dicas práticas para maximizar seus resultados. 

Lembre-se: nenhuma estratégia funciona sozinha, e o sucesso depende de um equilíbrio entre treino, dieta e estilo de vida saudável.

Por aqui, você conferiu algumas possibilidades que podem trazer ótimos resultados, além de suplementos que vão contribuir para que suas metas sejam alcançadas com segurança, bem-estar e saúde.

Aproveite para saber como montar um kit de suplementos personalizados para aumentar sua performance e desempenho durante as sessões de treino.

Benefícios do magnésio para o corpo: saúde dos ossos, melhora do sono e mais

Você sabia que o magnésio é um mineral essencial para o bom funcionamento do nosso corpo? Para se ter ideia, ele é o quarto mineral mais abundante no organismo humano.

Nesse sentido, este nutriente desempenha um papel crucial em várias funções biológicas, contribuindo para a saúde muscular, óssea, cardiovascular e muito mais. Além disso, um recente estudo da Universidade de Zhejiang e Zhengzhou, na China, indicou que uma dieta rica em magnésio pode reduzir o risco de acidente vascular cerebral.

Quer conhecer outras vantagens do magnésio para sua saúde no blog da Way Suplementos? Então, confira o artigo completo abaixo.

O que é e para que serve o magnésio?

Primeiramente, o magnésio é um mineral vital presente em abundância no corpo humano. Ele é essencial para mais de 300 reações enzimáticas que ocorrem no organismo. Atualmente, sabe-se que ele é armazenado principalmente no esqueleto e na musculatura.

Dessa forma, essa distribuição está diretamente ligada à relevância do mineral, visto que ele participa de importantes reações no corpo humano. Entre elas, destacam-se a síntese de proteínas, o controle da glicemia, a regulação da pressão arterial e a manutenção da função muscular e nervosa.

Ademais, o magnésio é necessário para a produção de energia e para a formação do DNA. Ele pode ser encontrado em alimentos, suplementos alimentares, medicamentos e também na água.

Quais os benefícios do magnésio para a saúde do corpo?

Agora, você vai conhecer outros motivos positivos para manter os estoques do mineral sempre nos níveis adequados. Abaixo, detalhamos como ele atua em cada parte do organismo:

Saúde Muscular e Nervosa

Inicialmente, vale destacar que o magnésio ajuda a manter a função normal dos músculos e dos nervos. Consequentemente, ele atua prevenindo cãibras e espasmos musculares indesejados.

Manutenção da Saúde Óssea

Além disso, ele desempenha um papel fundamental na saúde óssea, pois auxilia na absorção de cálcio e vitamina D. Assim, ajuda a prevenir a osteoporose e tem função importante na formação óssea desde o nascimento.

Regulação da Pressão Arterial

Outro ponto importante é que este mineral é fundamental para a manutenção de uma pressão arterial saudável. Portanto, ele contribui diretamente para a saúde cardiovascular.

Melhora do Humor e do Sono

Por outro lado, o magnésio pode ajudar a reduzir os sintomas de ansiedade e melhorar a qualidade do sono. Isso acontece porque ele está ligado à produção da serotonina, que é conhecida como o hormônio do bem-estar.

Controle da Glicemia

Também auxilia na regulação dos níveis de açúcar no sangue, sendo benéfico para pessoas com diabetes tipo 2. A explicação é que o magnésio participa do metabolismo da glicose e da produção da insulina, hormônio que faz a manutenção dos níveis de açúcar.

Cérebro mais afiado e Foco

Se você está buscando contribuir para que seu cérebro tenha uma melhor neuroplasticidade, o magnésio é ideal. Com isso, você consegue ficar mais focado e concentrado nas suas atividades, desde que mantenha os níveis no corpo sempre em quantidades adequadas.

Benefícios para a Mulher e Gestação

Finalmente, a suplementação pode ser uma alternativa para reduzir cólicas menstruais intensas. No caso de gestantes, o mineral promove relaxamento muscular, previne pressão alta (pré-eclâmpsia), evita contrações uterinas precoces e melhora a sensibilidade à insulina.

Dieta é a causa mais comum de deficiência de magnésio

Embora a deficiência de magnésio possa ocorrer por vários motivos, ela também pode ser resultado de atividades físicas de alto impacto aliadas a uma reposição inadequada.

Por isso, confira outras causas comuns da queda dos níveis de magnésio no organismo:

  • Dieta inadequada: Ou seja, uma alimentação pobre em vegetais verdes, nozes e grãos integrais.
  • Problemas de absorção: Condições como a doença de Crohn e a doença celíaca afetam a absorção de nutrientes.
  • Consumo excessivo de álcool: Já que o álcool pode interferir na absorção de magnésio e aumentar sua excreção.
  • Uso de medicamentos: Alguns diuréticos e inibidores da bomba de prótons podem reduzir os níveis do mineral.

A quantidade de magnésio recomendada para sua idade

A quantidade necessária varia de acordo com a idade e o sexo. Confira a seguir as recomendações diárias:

  • Crianças (1-3 anos): 80 mg
  • Crianças (4-8 anos): 130 mg
  • Adolescentes (9-13 anos): 240 mg
  • Homens (14-18 anos): 410 mg
  • Mulheres (14-18 anos): 360 mg
  • Homens adultos: 400-420 mg
  • Mulheres adultas: 310-320 mg
  • Grávidas: 350-400 mg
  • Lactantes: 310-360 mg

Dessa forma, se você tem dúvidas se está consumindo os níveis certos, ou ainda, se somente a alimentação é suficiente para sua carga de treinos, procure seu nutricionista para uma avaliação.

Principais alimentos ricos em magnésio

Para garantir a ingestão adequada, inclua estes alimentos na sua rotina:

  • Leguminosas (feijão e lentilha);
  • Grãos integrais (aveia, trigo integral e arroz integral);
  • Frutas (abacate, banana e kiwi);
  • Vegetais (brócolis, abóbora, couve e espinafre);
  • Sementes (abóbora e girassol);
  • Oleaginosas (amendoim, castanhas, amêndoas e avelã);
  • Leites e derivados;
  • Outros: café, carnes e chocolate.

Quem pode fazer suplementação de magnésio?

Antes de tudo, para fazer a suplementação, se assegure de que seja realmente necessário. Portanto, consulte seu médico ou nutricionista. Após esse passo, saiba que a suplementação pode ser benéfica para pessoas que:

  1. Têm deficiência diagnosticada: Comprovada por exames.
  2. Praticam atividades físicas intensas: Visto que o treino aumenta a necessidade do mineral.
  3. Estão grávidas ou amamentando: Para apoiar a saúde da mãe e do bebê.
  4. Têm condições médicas específicas: Como diabetes tipo 2 ou hipertensão.

Entretanto, lembre-se de que uma dieta balanceada é fundamental e a suplementação entra apenas como um apoio em casos específicos.

Conheça os perigos e cuidados na suplementação

Apesar de ser benéfica, a suplementação pode apresentar riscos se não for realizada de forma adequada. Nesse contexto, entre os prejuízos que o excesso pode trazer, estão:

  • Toxicidade: O excesso pode causar diarreia, náuseas e cólicas.
  • Interferência Medicamentosa: Pode interagir com antibióticos e diuréticos.
  • Complicações Renais: Pessoas com problemas renais devem ter cuidado redobrado.

Conclusão

Em suma, você percebeu neste conteúdo que o magnésio é essencial para diversas funções corporais e sua deficiência causa problemas sérios. Contudo, sempre consulte um profissional antes de iniciar qualquer suplemento.

Por fim, aproveite para conferir outros minerais e vitaminas na nossa loja que podem fazer toda a diferença para você atingir seus objetivos nos treinos.

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